Trovadores em Ordem Alfabética

  • A (49)
  • B (5)
  • C (22)
  • D (12)
  • E (14)
  • F (12)
  • G (9)
  • H (11)
  • I (4)
  • J (31)
  • L (34)
  • M (31)
  • N (8)
  • O (12)
  • P (11)
  • R (18)
  • S (13)
  • T (5)
  • V (5)
  • W (9)
  • Z (2)
Mostrando postagens com marcador Minas Gerais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Minas Gerais. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de agosto de 2025

Belmiro Braga (Vargem Grande/MG, 1872 – 1937, Juiz de Fora/MG)

1
A beleza não te atrai?
Só te casas por dinheiro?
Tu pensas como teu pai,
que morreu velho e... solteiro.
2
A caridade... Consola         
ao vermos que ela é perfeita,
não por ser grande a esmola,
mas no modo por que é feita.
3
A mãe que aperta no seio
um filho de seu amor,      
tudo enfrente sem receio   
a calúnia, a injúria e a dor.
4
A mãe que a um filho acalenta
- tal o seu amor profundo -
tem a impressão que sustenta
em seus braços todo um mundo.
5
Amigos... E quanta gente
não crê na verdade atroz
que, no mundo, há somente:
- Aquele que existe em nós.
6
A mulher, além de terna,
faz tudo com perfeição,
que até nos passando a perna,
tem a nossa gratidão...
7
Aquele que dá esmola
tem duas vezes a palma:
- Primeiro, o pobre consola,
depois, consola a sua alma.
8
As almas de muita gente
são como o rio profundo:
-a face tão transparente,
e quanto lodo no fundo!...
9
Assim como brotam flores
do triste, empedrado chão,
em rima brotam-me as dores
que trago no coração.      
10
A vida, pelo que vejo,
hoje é  vale e amanhã cimo:
-A quantos pobres invejo
e a quantos ricos lastimo!
11
Casa em março Ester Macedo
e em julho é mãe... Ora, o alarde!
O filho não veio cedo,
o esposo é que veio tarde...
12
Chegaste, afinal ! Chegaste
no instante mais preciso;  
vens trazer a quem mataste
as rosas de um teu sorriso...
13
Com juiz, reto e calmo
posso afirmar sem receio:
- Mulher de boca de palmo
tem língua de palmo e meio
14
Coração, bate de leve;
deixa os teus sonhos horríveis,
que um coração nunca deve
sonhar coisas impossíveis.
15
Desilusões, desenganos,
tudo a velhice nos traz,
mas existe, além dos anos,
a eterna bênção da paz...
16
Dizem que a lágrima nasce
do fundo do coração...
Ah! se a lágrima falasse,
que doce consolação!
17
Do berço à tumba há um caminho
que todos tem de transpor:
de passo a passo - um espinho,
de légua em légua - uma flor.
18
Dos beijos me lembro, Glória,
mas não do sabor, meu bem.
Por que a fronte tem memória
e a minha boca não tem ?
19
Em ti, minha mãe, se encerra
todo o meu maior troféu:
- guardas num corpo de terra
uma alma feita de céu.
20
Entre o berço e a sepultura
um relâmpago fugaz,
mas que século perdura
pelo que nele se faz!
21
Eu morro por Filomena,
Filomena por Joaquim,
o Joaquim por Madalena
e Madalena por mim.
22
Eu não lamento o revés
do morto que se fez pó;
do vivo, que espera a vez
desse sim, eu tenho dó.
23
Fiz na vida o meu escudo
desta verdade sagrada:
- o nada com Deus é tudo
e tudo sem Deus é nada.
24
Há dois poderes no mundo
que tudo movem. Primeiro:
- Mulher bonita. Segundo:
dinheiro, muito dinheiro.
25
Há no livro uma luz calma
que torna o mundo maior:
- quem vê pelos olhos da alma,
vê mais longe e vê melhor.
26
(Mãe) Acima de tudo, acima
do céu, te devemos por:
o teu nome não tem rima,
nem limite o teu amor.
27
Meu coração é uma ermida
toda enfeitada de flores,
onde conservo escondida
Nossa Senhora das Dores.
28
Minha vida é uma jangada
num mar revolto de escolhos,
baloiçando sossegada
à doce luz dos teus olhos.
29
Muitas vezes imagino,
nos meus dias desolados,
que o meu coração é um sino
dobrando sempre a finados.
30
Muito mais desenxabido
que a goiaba sem queijo,
é te abraçar, bem querido,
e não poder dar-te um beijo.
31
Muitos supõe a ventura
ver em meus olhos brilhar,
quando esse brilho é tortura
de não poder chorar.
32
Mulheres que eu vi no banho,
vejo-as depois no salão!
-Se pelo rosto as estranho,
pelas pernas sei quem são.
33
Na justiça tem confiança
e verás depois, surpreso
que, por ter venda e balança,
ela te rouba no peso.
34
Não conhecem mesmo os sábios
este caso singular :
- Fala a mente pelos lábios
e o coração pelo olhar.
35
Na terra que te consome,
nem uma triste inscrição!
Pudera! Porque teu nome
não me sai do coração.
36
Na vida, maior ventura
nada nos pode causar
do que a tépida ternura
que nos vem de um doce olhar.
37
(À Maria Teresinha)
Nestes dois nomes se encerra
um rutilante troféu:
- Se Maria é a flor da Terra,
Teresinha é a flor do céu.
38
No anel que me deste, pego
e vejo que é falso, crê.
- Se o amor verdadeiro é cego,
também falso é o amor que vê...
39
Noite de núpcias. O Gama
encontra a esposa envolvida
num lindo roupão e exclama :
— Posso, enfim, ver-te vestida!
40
Num tronco seco, sem vida
minha mão teu nome abriu
e o tronco seco, em seguida,
reverdeceu e floriu.
41
Olhos pretos, dois acesos
e rescendentes carvões:
- Par de algemas que traz presos
corações e corações.
42
O noivo, da noiva outrora
via o rosto e nada mais;
se o rosto não vê agora,
todo o resto vê demais...
43
O que perdemos na vida,
procuramos sem achar,
exceto a mulher perdida,
que achamos sem procurar...
44
Os beijos, segundo os sábios,
dados com muita afeição,
não deixam sinal nos lábios,
mas deixam no coração.
45
Ouvindo-a falar da vida
dos próprios pais, tive pena
de ver língua tão comprida
numa boca tão pequena.
46
Para ser feliz, um louco
costuma me aconselhar:
- deverás desejar pouco   
e quase nada esperar...     
47
Pobre de mim! Por desgraça
meu coração é um coador:
nele, o riso escorre e passa
e fica o que é dor.
48
Por ver-me alegre e contente,
julga-me o mundo feliz:
nem sempre o coração sente
aquilo que a boca diz…
49
Prezado amigo, perdoa
a resposta demorada:
tu sabes, quem vive à toa,
não tem tempo para nada.
50
Quanta vez junta a um jazigo
alguém murmura de leve:
- Adeus para sempre, amigo!
E diz-lhe o morto: - Até breve!
51
Quantas vezes tenho ouvido:
- como ele ri de prazer!        
Quando esse riso é um gemido
que aos lábios me vem morrer...  
52
Que grande, triste verdade
me sussurra o coração:
- a dor é uma realidade,
a alegria - uma ilusão...
53
Quem maldiz a vida, prova
não conhecer que ela é vã:
- no espaço do berço à cova
há ontem, hoje, amanhã.
54
Quem, mesmo nas alegrias,
de lastimar não se furta
de ver tão longos dias,
para uma vida tão curta?..
55
Quis a sorte que te visse,
quis o amor que eu te adorasse,
quis o dever que eu partisse,
quis a paixão que eu ficasse.
56
Saudade... palavra linda,
de sete letras... Saudade
é noite que tem ainda
lampejos de claridade.
57
Sobre o triste chão de abrolhos
em que tu vieste ficar,
meus tristes, cansados olhos,
não se cansam de chorar.
58
Tenho um neto e essa ventura
veio florir os meus dias,
que um neto é um sol que fulgura
num céu de nuvens sombrias.
59
Teu coração é morada
que não atrai, felizmente:
– Quem nele arranja pousada
encontra a cama ainda quente.
60
Teus olhos, Rosália amada,
me recordam dois ladrões,
sob a pálpebra rosada
tocaiando corações...
61
Tu não vês que vivo louco
por causa desta afeição ?
Coração, sossega um pouco,
coração sem coração !
62
Uma princesa parece
pelos trajes do alto preço,
mas quanta gente conhece
seus vestido pelo avesso!…
63
Vi teus braços... que ventura!
teu colo... as pernas... que gosto!
Agora, tira a pintura,
Que eu quero ver o teu rosto.
64
Vivo, encheu (a História o prova)
com suas glórias o mundo,
e, morto, não enche a cova
de quatro palmos de fundo.
_______________________
NOTA: As trovas tem por regras a obrigatoriedade da rima do 2. com o 4. verso, mas não existe a necessidade de rimar o 1. e 3. versos, contudo para os Concursos de Trovas, é obrigado o 1. rimar com o 3. e o 2. rimar com o 4.

Sotero Silveira de Souza (Raul Soares/MG, 1957 - 2010)

1
A cruzinha da estrada,
toda enfeitada de flor,
Faz lembrar-me a doce amada,
que morreu por meu amor!
2
Ah! Se Deus me desse sorte,
de escolher onde expirar,
eu quisera ter a morte,
no abismo de teu olhar!
3
A lembrança mais sentida
que trago nos dias meus,
foi o dia de sua partida,
sem dizer-me um só adeus!
4
Alguém diz que de amar tanto,
vai o homem para o inferno;
Há porém o amor santo,
e também o amor materno!
5
Alguém diz que não esquece
na vida o primeiro amor,
É uma chama que aquece,
a alma do sofredor!
6
A mulher é criticada,
pelos lindos dotes seus;
Do demônio não tem nada,
é a obra prima de Deus!
7
A palmeira solitária,
lá no alto da colina,
já a quase centenária,
pois te vi quando menina!
8
A pérola tão luzidia,
que hoje brilha e reluz,
foi a lágrima de maria,
que correu ao pé da cruz!
9
Aquele beijo envolvente,
de lembrança tão querida,
foi o beijo mais ardente,
que roubei na minha vida!
10
A vida é cheia de males,
às vezes é cheia de dor;
Por isso eu peço que cales,
eu sofro mal de amor!
11
Bate o sino na capela,
na tarde serena e calma;
Quando a vejo na janela,
bate o sino da minha alma!
12
Caminhei muitos caminhos,
Por estradas mil passei,
Só achei dores, espinhos,
Até que eu te encontrei!
13
Chegaste na minha vida,
como ave de arribação,
dei-te agasalhos e comida,
só me deste desilusão!
14
Certa vez eu vi um amigo,
que chorou para morrer!
Até hoje eu não consigo,
a sua lágrima entender!
15
Certa vez eu vi um cego,
puxado por um menino;
Eu tive inveja, não nego,
do gesto do pequenino!
16
Deixaste-me por dinheiro,
e trocaste o meu amor,
por um vil aventureiro,
que não tem nenhum valor!
17
Disse o poeta que a saudade,
é espinho cheirando flor;
Eu penso que é crueldade,
a lembrança de um amor!
18
Diz alguém que eu sou culto,
de carreira promissora;
Deve tudo a um vulto,
minha santa professora!
19
Dizem que o amor é um ninho,
macio igual algodão;
Eu creio ser feito de espinho,
e coça igual tinhorão!
20
Dizem que o homem de idade,
volta a fazer criancice,
claro, pois sente saudade,
do tempo da meninice!
21
Dizem que o mel é doce,
e que tem um bom sabor;
Quem dera que ela fosse,
como os lábios do meu amor.
22
Dizem que para se amar,
deve-se ter coração;
Assim não posso explicar,
por que tu me amaste então?
23
Do milionário, triste sina,
saber que ele vai morrer,
pode comprar a medicina,
e nada lhe vai valer!
24
Essa trova tão singela,
que exprime amargor,
foi composta por ela,
que negou-me o seu amor!
25
Esta vida é banal,
a grande verdade encerra;
O homem que é mortal,
é um transeunte na terra!
26
Eu não posso te querer,
pois sou pobre, sem valor,
vou lutar para merecer,
o teu dote, o teu amor!
27
Eu nunca aprendi a nadar,
e jamais eu quis fazê-lo,
só para um dia afogar,
nas ondas do teu cabelo!
28
Eu quero na sepultura,
onde um dia eu repousar,
este dito de ternura:
Voltarei para te buscar!
29
Eu sei que não posso dizer,
o calor que tem seu olhar,
mas sei que pode ferver
todas as águas do mar!
30
Eu sei que vou padecer,
uma tortura tão louca,
mas não me deixes morrer,
sem antes beijar tua boca!
31
Gameleira mutilada,
que faz sombra pelo chão,
vou vingar a machadada,
que lhe deu aquela mão!
32
Garimpei por entre escolhos,
à procura de um tesouro;
Vi diamantes nos teus olhos,
e nos teus cabelos, ouro!
33
Guardo comigo um queixume,
e jamais pude dizê-lo,
quisera ser vagalume,
na noite do seu cabelo!
34
Há homem culto e bronco,
para nós não é segredo;
Um nasceu para ser o tronco,
o outro simples arvoredo!
35
Há muita gente que insiste,
em só reclamar da sorte;
Mas a pior vida que existe,
é bem melhor do que a morte!
36
Irmã gêmea da tristeza,
e talvez, prima do amor,
a saudade é dureza,
e um peito sofredor!
37
Já tive muitos amores,
no curso da minha vida,
são estes os meus valores,
que levo para outra vida!
38
Meu amor, a minha vida
está toda condenada;
Sou a triste ilusão perdida,
um vulto só, e mais nada!
39
Meu laço de fita verde,
de tão velho desbotou,
esperando na parede,
um amor que não voltou!
40
Meu querido arvoredo,
meu destino agora é seu,
você sabe o meu segredo,
foi aqui que aconteceu!
41
Minha mãe, quando nasci,
contemplou-me a chorar,
desde então sempre segui,
o fulgor daquele olhar!
42
Muito eu já tenho rogado,
se não lhe desse desgosto,
eu quisera ser enterrado,
na covinha do teu rosto!
43
Não permita o meu fado,
que eu morra de solidão,
deixe que eu seja enterrado,
dentro do teu coração!
44
Não sei dizer o que sinto,
quando beijo aos lábios teus;
Para mim, juro, não minto,
é a maior graça de deus!
45
Não sei porque tu me olhaste,
se eu não posso te amar;
Por acaso já pensaste,
como fere o teu olhar?
46
Na vida há muita gente,
que nos sorri de alegria;
Por dentro é diferente,
é tudo hipocrisia!
47
Nem sempre a rara beleza,
felicidade irradia;
Carinho e delicadeza,
é que nos traz simpatia!
48
Nesta vida muita gente,
sofre muito por amar,
minha dor é diferente,
eu só quero te deixar!
49
O homem que tem juízo,
e bondoso de coração,
responde com um sorriso,
as afrontes que lhe dão!
50
O homem vive em carreira,
numa luta insofrida;
Tudo! De qualquer maneira,
chegará ao fim da vida!
51
Olhai as aves do céu,
não plantam, não sabem ler,
vivem felizes ao léu,
e deus lhes dá o que comer!
52
O olhar que tem mais brilho,
e penetra mais profundo,
é o olhar da mãe pro filho,
quando este vem ao mundo!
53
O ser mais rico que existe,
aqui na face da terra,
a sua riqueza consiste,
em sete palmos de terra!
54
Os lírios níveos do mato,
que vicejam na solidão,
tem muito mais aparato,
que as vestes de Salomão!
55
Os prazeres indizíveis,
que adornam o meu passado,
são dias inesquecíveis,
que vivi, só a teu lado!
56
Por ambição eu deixei,
minha mãe, anjo de luz;
Hoje, saudoso voltei,
e só encontrei sua cruz!
57
Por que choras passarinho,
à hora do pôr-do-sol?
Eu também estou sozinho,
ó meu triste rouxinol!
58
Quando eu não mais existir,
e talvez só cinzas for,
creio que alguém há de sentir,
saudades do trovador!
59
Quando miro nos teus olhos,
às vezes fico pensando,
se olho verdes abrolhos,
ou se eles estão me olhando!
60
Quando vejo um beija-flor,
nas roseiras do jardim,
corro e beijo o meu amor,
que também perfuma assim!
61
Quisera com emoção,
feliz, carregar-te em dia
na palma da minha mão,
onde teu nome inicia!
62
Quisera ser passarinho,
para voar na amplidão,
e depois, pousar de mansinho,
na palma de tua mão!
63
Relógio da minha vida,
por que disparas assim?
Para que tanta corrida,
se tem que chegar ao fim?!
64
Saudade levo comigo,
contigo deixo também,
a saudade é o inimigo,
mais cruel que a gente tem!
65
Se eu parar de fazer trova,
por faltar inspiração,
quero do doutor a prova,
que morri foi de paixão!
66
Sem pensar e sem maldade,
eu esbanjei gastando à bessa,
um tesouro, a mocidade,
que acabou-se tão depressa!
67
Se o mundo fosse um canteiro,
e você fosse uma rosa,
eu queria ser jardineiro,
para beijá-la, cheirosa!
68
Se pudesse o meu destino,
conceder-me uma esmola,
eu quisera ser um menino,
pra voltar à minha escola!
69
Se quiseres ver ao certo,
um oásis de bonança,
observe bem de perto,
os olhos de uma criança!
70
Se você ver a alvorada,
quando vai romper o dia,
é uma sombra desbotada,
da beleza de Maria!
71
Sofro muito e me consolo,
porque tenho esperança,
de deitar-me no teu colo,
e dormir igual criança!
72
Teve a boa mãe natureza,
com você carinho e gosto;
Deu-lhe uma rara beleza,
e linda pinta no rosto!
73
Tenho sido humilhado
muita dor meu peito encerra;
Bem diz o velho ditado;
ninguém é rei em sua terra!
74
Tinha tudo e me casei,
minha mãe ficou chorando,
até hoje não encontrei,
o que estava procurando!
75
Todos tem o seu destino,
até o rio que corre,
mas o pobre peregrino,
só no dia em que ele morre!
76
Trouxe saudade, desgosto,
da terra onde nasci,
mas sepultei-as em teu rosto,
tão logo, te conheci!
77
Uma coisa neste mundo
que o meu coração palpita,
é dormir sono profundo,
no colo de moça bonita!
78
Vim para matar saudade,
consolar meu coração,
hoje volto pra cidade,
mais pesado de paixão!
79
Vou lhe dar o seu presente,
é tão lindo e delicado,
feito de couro reluzente,
um rico anel de noivado!

Revista Crestomatia de Trovas nº 3 – junho de 2026 (download gratuito)

Confira os destaques que preparei para o seu deleite em suas 37 páginas: * Panteão da Trova: Inicia nossa jornada com uma seleção primorosa ...